
Selecionado Casa 710 / BLOCO Arquitetos
Selecionado Casa Abadim / Paulo Moreira Architectures
Selecionado Casa Matita-Perê / Matéria Base
A Casa De Papel / Bhoomija Creations

Experimento de Renovação na Rua Chaiji / TJAD + DCA
Casa com Telhado em Fenda / KOMINORU Design

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Arquitetos: KOMINORU Design
- Área: 140 m²
- Ano: 2026
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Fabricantes: volcanic ash plaster- Soton kabe
Centro de Artes – Unidade Educativa Cardenal Spellman / STUDIO BLUR
Casa Eyrie / Schmölzer Architecture
Casa Karajá / Studio Carlito e Renata Pascucci

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Arquitetos: Studio Carlito e Renata Pascucci
- Área: 784 m²
- Ano: 2021
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Fabricantes: Portobello, Stranieri
4 Creches Modulares Em Lisboa / SUMMARY
Casa CP / Weber Arquitectos
Casa Butterfly / Mohamed Amine Siana

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Arquitetos: Mohamed Amine Siana
- Área: 750 m²
- Ano: 2023
Edifício Residencial em Nanterre / AQMA
Refúgio Shido / 3164.estudio

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Arquitetos: 3164.estudio
- Área: 62 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: ACERCO , HENISA SA
Restaurante La Naya / WOFF
Brasília e Chandigarh: duas utopias modernistas separadas por um oceano

Entre as décadas de 1950 e 1960 foram construídas duas cidades que marcariam a história da arquitetura e do urbanismo. Filhas de um mesmo conceito, mas separadas por mais de 14 mil quilômetros, Brasília, no Brasil, e Chandigarh, na Índia, embebidas pelos princípios modernistas, foram planejadas e erguidas do zero.
Ao surgirem em um contexto de profundas transformações políticas e sociais, no qual diversos países buscavam reformular suas capitais como símbolos de progresso, ambas as cidades assumiram um papel estratégico. Por meio da linguagem arquitetônica adotada, reafirmavam narrativas ideológicas e identitárias vinculadas ao poder do Estado.
Tratava-se de cidades criadas em abstrato, seguindo uma visão utópica. Seriam urbes vanguardistas, livres das deficiências que assolavam as cidades de meados do século XX, exemplificando princípios estéticos que refletiriam ideologias políticas progressistas e que abraçariam novas tecnologias – principalmente o automóvel.
No entanto, essa promessa de futuro acabou gerando grandes desafios. Dificuldades que, claro, refletem os percalços sociais e econômicos dos seus países, mas também pode se dizer que são "temperadas" por uma ideia modernista que hoje é colocada em discussão.
Casa Pedra / Stage.AEC
Casa do Alpendre / Vasco Burnay Arquitectura
Casa Cano / Diego Cano-Lasso

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Arquitetos: Diego Cano-Lasso
- Área: 209 m²
- Ano: 2025
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Fabricantes: Andrew Riiska, Base Collaborative, Ceramiques Est, Entler Studio, Luz Mixtura
Casas do Vale Vermelho / line+ studio

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Arquitetos: line+ studio
- Área: 940 m²
- Ano: 2024
Oòrùn PrimeHouse / PrimeHome Construtora

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Arquitetos: PrimeHome Construtora
- Área: 580 m²
- Ano: 2025








