A luz serve a um propósito essencial na arquitetura: nos ajudar a ver. Seja através de métodos naturais ou artificiais, os ambientes devem ser iluminados adequadamente para que os ocupantes possam habitá-los com segurança e cumprir suas funções diárias. Quando o sistema certo é selecionado, a iluminação também pode contribuir para a eficiência energética e sustentabilidade no edifício como um todo. No entanto, para além do seu evidente valor funcional e ambiental, o projeto de iluminação pode ter um grande impacto no conforto visual e na atmosfera dos interiores, chamando a atenção para as texturas, realçando as cores e definindo os volumes. Portanto, das muitas peças envolvidas no design de interiores, a iluminação é certamente aquela que pode melhorar ou destruir um espaço e até afetar o bem-estar dos usuários, razão pela qual deve ser considerada um elemento crucial do design por si só.
A luz como elemento projetual: maneiras criativas de usar a iluminação artificial
Como a iluminação de néon pode moldar a arquitetura
As luzes de néon são uma afirmação ousada e cosmopolita que pode facilmente revitalizar ou acentuar um espaço ou estrutura arquitetônica. Com brilho atraente, uma infinidade de opções de cores e vínculos com uma estética retrô, essas peças de iluminação podem fazer com que um espaço pareça simultaneamente moderno e nostálgico. No entanto, poucos compreendem o funcionamento científico ou as propriedades materiais do néon, e muitos arquitetos negligenciam seu uso devido à sua estreita associação com sinalizações comerciais. Abaixo, exploramos como o néon funciona, sua história arquitetônica e como os arquitetos podem continuar a usá-lo hoje.
Esquadrias minimalistas com perfis de aço de alta rigidez: máxima transparência e desenho sutil
Após séculos utilizando a madeira para o desenvolvimento de carpintaria de janelas e portas, o racionalismo do século XX começou a adotar um novo material para esses fins: o aço. Impulsionado pela produção industrial e promovido por arquitetos como Adolf Loos, Mies van der Rohe e Le Corbusier, o aço evoluiu para gerar estruturas cada vez mais finas e resistentes. No entanto, materiais eficientes e de baixo custo, como alumínio e PVC, começaram gradualmente a substituir seu uso maciço, aumentando a dimensão dos marcos e removendo a "limpeza" de uma arquitetura que começou a integrar grandes painéis de vidro em suas fachadas. .
Atualmente, as novas tecnologias aprimoram seus processos de produção, desenvolvendo perfis mínimos de alta rigidez e precisão, que aproveitam ao máximo a transparência do vidro e oferecem novos recursos de conforto e segurança. Conversamos com os especialistas da empresa Jansen para aprofundar sua aplicação na arquitetura contemporânea.
Restaurante Beets and Roots em Berlim / Gonzalez Haase
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Arquitetos: Gonzalez Haase Architects
- Área: 72 m²
- Ano: 2016
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Fabricantes: SYGNS, Via