Em um recente artigo publicado pelo Financial Times, o arquiteto Michael Pawlyn mergulha na questão de como a biomimética pode ser aplicada à arquitetura para resolver problemas de design e criar um futuro mais sustentável. Mesmo em exemplos muito primordiais, a biomimética desempenhou um papel importante no desenvolvimento da arquitetura; por exemplo, quando Filippo Brunelleschi estudou cascas de ovos para criar um domo mais fino e leve para sua catedral em Florença. Em um exemplo mais moderno, a biomimética tem sido usada - através da observação de cupinzeiros - para criar ambientes climaticamente confortáveis em locais quentes, como o Zimbábue, sem a necessidade de sistemas de ar-condicionado.
Além disso, foram iniciados estudos com corais e seus métodos de biomineralização, um processo que remove o dióxido de carbono da atmosfera, como alternativa aos métodos tradicionais de produção de concreto. Saiba mais sobre estes e outros exemplos de biomimética na arquitetura no artigo completo do Financial Times.