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Patrick McLoughlin é um dos fundadores do Build Abroad, uma organização voluntária que oferece serviços de arquitetura e construção em nações em desenvolvimento. Neste artigo, originalmente publicado em Archi-Ninja, McLoughlin compartilha cinco razões por que arquitetos devem se envolver em organizações deste tipo.
Muitos escritórios de arquitetura colaboram com organizações não governamentais no auxílio a países em desenvolvimento. A A.gor.a Architects , por exemplo, está atualmente projetando e construindo uma nova clínica médica que proporcionará atendimento médico a refugiados e imigrantes na Birmânia. O Auburn University Rural Studio, por sua vez, trabalha com arquitetos e estudantes para construir residências em comunidades rurais e, ao mesmo tempo, instiga a ação comunitária, a colaboração e a sustentabilidade.
Diversas organizações também facilitem a construção voluntária. A Architecture for Humanity oferece serviços de arquitetura, planejamento e projeto voltados para a reconstrução após desastres naturais. A Architects without Borders é uma operação global que oferece uma assistência de projeto ecologicamente sensível e culturalmente apropriada para comunidades carentes.
Ao longo da última década, o voluntariado em outros países se tornou muito popular e uma parte importante da indústria da arquitetura e da construção. O voluntariado oferece oportunidades de curto e longo prazo para experienciar uma nova cultura e, ao mesmo tempo, dar um retorno à comunidade. A construção voluntariada oferece o potencial de um impacto mais duradouro nas comunidades em questão. Patrick McLoughlin, cofundador do Build Abroad descreve os seguintes benefícios e como podemos fazer a diferença.
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1. A construção proporciona um impacto físico duradouro:
Construir uma casa ou escola para uma comunidade carente é uma representação tangível do desenvolvimento. Diferentemente de outras formas de voluntariado, pode-se ver e experienciar a diferença física por muito tempo depois que o período de voluntariado termina.
2.A construção incentiva o envolvimento comunitário:
Projetos de construção frequentemente incentivam a participação comunitária ativa. Quando faz voluntariado, o papel do arquiteto é facilitar o crescimento a partir do interior da comunidade, rompendo a visão do "arquiteto visionário".
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3. Projetos de construção servirão à comunidade por anos:
Em 2008 contruí uma escola e Gana com a Miami University. Foi um programa de projeto e construção que durou seis semanas. A experiência me inspirou a criar o Build Abroad. Em ora não tenha retornado a Gana desde a construção, sei que o trabalho que realizei ainda está servido à comunidade.
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4. A construção pode causar um impacto ambiental:
Uma das maiores organizações humanitárias de arquitetura é o Architecture for Humanity, que desenvolve projetos de responsabilidade social e ambiental. A incorporação de materiais locais é uma das estratégias mais sustentáveis que podem ser empregadas quando se constrói em outros países. A Building Trust International é outra organização que organiza concursos para explorar como a arquitetura e a construção podem atender as necessidades das comunidades.
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5. A construção pode ajudar diretamente outras oportunidades de serviço:
Cada construção serve a um propósito: uma escola serve como lugar de aprendizado dos alunos; uma casa oferece abrigo a um trabalhador da comunidade e sua família; um novo equipamento hospitalar oferece um local para as pessoas se curarem.
Obrigado Patrick McLoughlin por compartilhar estes conselhos. A Build Abroad foi criada em 2012 por dois amigos (Patrick McLoughlin e Chad Johnson) que se conheceram na escola de arquitetura e que queriam encontrar um meio de contribuir com os países em desenvolvimento, oferecendo a eles serviços de arquitetura e construção.
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