Shigeru Ban e Ole Scheeren foram selecionados para um novo masterplan em Hangzhou, China. Criando um novo destino artístico e cultural na cidade histórica, o projeto desenvolvido em colaboração com New World Development e K11 Group busca construir um marco que atenda às necessidades das novas gerações.
O escritório HENN projetou o primeiro masterplan do campus da aeronáutica sino-francesa, que será construído em Hangzhou, China. Apoiado pelo governo francês, o projeto público receberá dez mil estudantes e pesquisadores. Equilibrando desenho contemporâneo e a herança tradicional chinesa, o projeto foi desenvolvido de modo a se adaptar à topografia natural do lugar.
Vista a beira do canal. Imagem Cortesia de Herzog & de Meuron
Projetado pela Herzog & de Meuron, o Complexo do Museu do Grande Canal, em Hangzhou, China, propõe uma reflexão sobre a importância desta paisagem natural para a cultura chinesa como um todo. A proposta desenvolvida pela dupla de arquitetos suíços narra a história do Grande Canal da China, propondo um diálogo entre arquitetura e natureza através da paisagem fluvial da região de Hangzhou.
A construção do edifício de uso misto em forma de pirâmide do OMA em Hangzhou começou. Intitulada Xinhu Hangzhou Prism, a obra se localiza no coração da Future Tech City, o novo Distrito Empresarial de Tecnologia (CBD) da cidade. O projeto é liderado pelo sócio do OMA, Chris van Duijn, e foi encomendado pelo Zhejiang Xinhu Haichuang Group.
A Emporis anunciou os resultados do seu prêmio Emporis Skyscraper, que reconhece os melhores edifícios em altura construídos no ano anterior. Nesta edição, o prêmio principal foi concedido à Lotte World Tower em Seul, Coreia do Sul, projetada por Kohn Pedersen Fox Associates e Baum Architects. A torre mais alta da Coreia do Sul também conta com o deck de observação com piso de vidro mais alto do mundo, oferecendo uma vertiginosa vista de 555 metros de altura.
https://www.archdaily.com.br/br/908236/os-melhores-arranha-ceus-de-2018Niall Patrick Walsh
Seja como um objeto isolado ou parte de um conjunto de edifícios, arranha-céus são ícones excêntricos que habitam os principais centros urbanos do planeta. Uma metáfora da modernidade, do sucesso e da riqueza, arranha-céus são sinônimos da arquitetura das mais vibrantes cidades do mundo como Nova Iorque, Dubai e Singapura.
Cada vez mais altas e onipresentes nos quatro cantos do mundo, ainda há muito para se descobrir e explorar sobre estas estruturas. O ano de 2018 nos apresentou novas abordagens, tecnologias e localizações para a tipologia arquitetônica mais celebrada dos tempos modernos. Passando por novos materiais e formas, os projetos de edifícios em altura começaram a abordar aspectos que vão muito além da simples eficiência e altura, propondo superar novos desafios e explorando novas formas. A seguir apresentaremos alguns dos projetos mais inovadores e as principais tendências em projetos de arranha-céus apresentados ao longo deste ano:
Os escritórios de arquitetura Powerhouse Company e Benthem Crouwel Architects divulgaram as imagens do projeto colaborativo desenvolvido para a Vila Olímpica dos Jogos Asiáticos de 2022 em Hangzhou, China. A proposta, chamada de “Cidade Esponja”, explora a relação entre a terra e o mar em uma área inundada recentemente recuperada.
O projeto, desenvolvido em parceria com arquitetos e paisagistas da SMARTLAND e também da empresa chinesa UAD, foi uma das propostas apresentadas para o concurso peara a vila olímpica de Hangzhou. O resultado final do concurso deverá ser divulgado ainda em agosto ou setembro de 2018. A equipe conta com outros seis concorrentes, incluindo Snøhetta, SO -IL, NEXT Architects, Jadric Architektur e Pelli Clarke Pelli Architects.
https://www.archdaily.com.br/br/900683/porosidade-e-permeabilidade-norteiam-projeto-para-a-vila-olimpica-dos-jogos-asiaticos-de-2022Niall Patrick Walsh