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Arquitetos: Atelier MEME
- Área: 95 m²
- Ano: 2020
Shinkenchiku Sha
Casa Futtsu / Atelier MEME
Universidade Nagoya Zokei / Riken Yamamoto
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Arquitetos: Riken Yamamoto
- Área: 10465 m²
- Ano: 2022
Conheça os vencedores do AR House Awards 2021
El Garaje do escritório Nomos foi anunciado como o vencedor do prêmio AR House Awards 2021. Selecionado de uma lista de 15 escritórios globais, o júri elogiou o projeto por como ele "repensa a tipologia habitacional como um elemento que reativa espaços subutilizados nas cidades e transformar a infraestrutura rígida e obsoleta em soluções dinâmicas ”. Residência Hamburgö de Manthey Kula e Residência em Kanazawa do Shota Nakanishi Architects também receberam reconhecimento e foram altamente elogiado, junto com menções honrosas à casa Beaconsfield do arquiteto Simon Pendal, Weekend House do AREA (Architecture Research Athens), e Hlöðuberg artist studio do Studio Bua.
Residência Rural / Takayuki Kuzushima and Associates
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Arquitetos: Takayuki Kuzushima and Associates
- Área: 112 m²
- Ano: 2020
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Fabricantes: LIXIL
Carbono incorporado nos materiais de construção: O que é e como calcular
Qualquer atividade humana impacta de alguma forma o meio ambiente. Algumas menos, outras muito mais. Segundo o United Nations Environment Programme (Unep), o setor da construção é responsável por até 30% de todas as emissões de gases que contribuem ao efeito estufa. Atividades como mineração, processamento, transporte, operação de indústria e combinação de produtos químicos resultam na liberação de gases como o CO2, CH4, N2O, O3, halocarbonos e vapor d’ água. Estes, quando lançados na atmosfera, absorvem uma parte dos raios do sol e os redistribuem em forma de radiação na atmosfera, aquecendo o planeta. Com uma quantidade desenfreada de gases sendo lançados cotidianamente, essa camada é engrossada, fazendo com que a radiação solar entre e não consiga sair do planeta, acarretando em impactos quase incalculáveis para a humanidade, como desertificação, derretimento das geladeiras, escassez de água, tempestades, furacões, inundações, alterações de ecossistemas, redução da biodiversidade.
Como arquitetos, uma das nossas maiores preocupações deveria ser de que forma é possível diminuir as emissões de carbono incorporados nas construções. Conseguir mensurar, quantificar e qualificar os impactos é um primeiro caminho.
Casa em Hakuraku / Tato Architects
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Arquitetos: Tato Architects
- Área: 176 m²
- Ano: 2017
Casa K / miya akiko architecture atelier
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Arquitetos: miya akiko architecture atelier
- Área: 139 m²
- Ano: 2008
Incorporando o fogo em projetos externos: dicas e exemplos para lareiras
Yuval Noah Harari aponta que, por volta de 300 mil anos atrás, os Homo erectus, os neandertais e os antepassados do Homo sapiens já utilizavam o fogo diariamente. Segundo o autor do best-seller internacional “Sapiens”, o fogo abriu a primeira brecha significativa entre o homem e outros animais. “Ao domesticar o fogo, os humanos ganharam controle de uma força obediente e potencialmente ilimitada.” Alguns estudiosos, inclusive, acreditam que há relação direta entre o advento do hábito de cozinhar os alimentos (possível por conta da domesticação do fogo), ao encurtamento do trato intestinal e o crescimento do cérebro humano, que permitiu que os seres humanos se desenvolvessem e criado tudo o que temos.
Policarbonato para interiores: 8 exemplos de arquitetura translúcida em ambientes internos
Diversificar os materiais de um espaço interno pode melhorar muito sua profundidade e interesse visual. Ao mesmo tempo, adicionar partições ou outras delimitações de espaço interno pode ajudar a organizar o fluxo, a circulação e a visibilidade. O policarbonato, um tipo de termoplástico leve e durável, é um excelente material para tais funções.
Em sua forma bruta, o policarbonato é totalmente transparente, transmitindo luz com quase a mesma eficácia do vidro. Também é mais leve e mais forte do que o vidro e mais resistente do que outros plásticos semelhantes, como acrílico, poliestireno, ABS ou náilon, tornando-o uma boa escolha para projetistas que buscam materiais duráveis, resistentes ao impacto e ao fogo que ainda possam transmitir luz. Como o vidro, é um filtro UV natural e pode ser colorido ou matizado para obter transparência, mas também é valorizado por sua flexibilidade, permitindo que seja moldado em qualquer tamanho ou formato. Por fim, é facilmente reciclável porque se liquefaz em vez de queimar, tornando-o pelo menos mais ecologicamente correto do que outros plásticos termofixos. Por exemplo, o policarbonato reciclado pode reagir quimicamente com o fenol em uma usina de reciclagem para produzir monômeros que podem ser transformados novamente em plástico.
Habitação de uso misto: trazendo programas comerciais, culturais e industriais para a casa
Residências unifamiliares têm passado por uma transformação silenciosa nos últimos anos. Os custos crescentes dos terrenos, o cresciment urbano e a falta de espaço disponível para construção provocaram um aumento no desenvolvimento de moradias de uso misto. Como resultado, arquitetos passaram a incorporar com mais frequência programas de uso comunitário em projetos residenciais privados, sendo possível encontrar, em algumas partes do mundo, casas que integram usos comerciais, culturais, educacionais ou até mesmo industriais.
Esses projetos podem se desenvolver tanto verticalmente – em dois ou mais pavimentos – quanto horizontalmente, em lotes adjacentes ou ao redor de um espaço aberto. A seguir, 12 exemplos de casas contemporâneas de uso misto.
Guia de arquitetura para projetos desmontáveis
O conceito de Design for Disassembly (DfD) ou “projetar para desmontar”, é uma prática que vem ganhando força ao longo dos últimos anos entre arquitetos do mundo todo. Tal abordagem revela uma crescente preocupação com o excessivo consumo de recursos naturais, o desperdício e a baixa taxa de reciclagem na indústria da construção civil. O artigo a seguir pretende analizar em detalhe esta nova tendência na arquitetura, apresentando algumas diretrizes de projeto que contemplam a possibilidade de desmontagem e reciclagem de edifícios no futuro, oferecendo uma melhor compreensão desse conceito e seu impacto na prática profissional da arquitetura e na economia circular.
The Blend Inn Hotel / Tato Architects
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Arquitetos: Tato Architects
- Área: 120 m²
Casa do penhasco / PLANET Creations Sekiya Masato Architecture Design Office
Casa e Escritório em Hofu / Tato Architects
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Arquitetos: Tato Architects
- Área: 460 m²
- Ano: 2018
Como incorporar jardins e hortas em projetos residenciais
Os jardins internos podem contribuir com importantes benefícios para a vida doméstica, variando da beleza estética à melhoria da saúde e da produtividade. Pesquisas mostraram que plantas nos interiores das edificações ajudam a eliminar os poluentes do ar, os chamados de compostos orgânicos voláteis (COV), liberados de colas, móveis, roupas e solventes, conhecidos por causar doenças. Eles também aumentam as percepções subjetivas de concentração e satisfação, bem como medidas objetivas de produtividade. Jardins internos podem até reduzir o uso de energia e os custos devido à menor necessidade de circulação de ar. Esses benefícios complementam as óbvias vantagens estéticas de um jardim bem projetado, tornando o jardim interno um recurso residencial atraente em várias frentes.