A proposta de Sou Fujimoto e Coldefy & Associés Architects Urban Planners para uma cobertura diáfana sobre uma série de volumes de vidro empilhados estava entre as quatro finalistas do concurso para o novo Palácio da Justiça de Lille, França. O concurso recebeu 139 propostas e selecionou o projeto do OMA como vencedor.
Veja a proposta de Fujimoto e Coldefy & Associés, a seguir:
A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB-DF) lançou recentemente o Edital de Credenciamento nº 001/2018 que tem como objetivo credenciar empresas para a prestação de serviços em caráter temporário de reformas e pequenos reparos em domicílios localizados em áreas de interesse social. A habilitação deverá ser realizada pelo site, no www.codhab.df.gov.br/credenciamento/01-2018, até às 18h do dia 26 de março.
O argumento, elaborado pelo historiador de arquitetura Charles Jencks na introdução de seu novo livro Postmodern Design Complete, de que os estilos pós-modernos nunca realmente deixaram a arquitetura parece mais preciso que nunca. O movimento do final dos anos 1970 que começou como uma reação aos cânones utópicos do modernismo retomou fôlego dentro do campo profissional, definindo o momento presente na cultura arquitetônica.
Isso levanta uma importante questão: qual é o movimento atual da arquitetura? E o que veio na sequência do pós-modernismo? Se é que houve algo, foi um grito lamurioso de "chega de pós-moderno", seguido por uma onda recente de "salve o pós-moderno", muito bem exemplificada pela recente movimentação para preservar o edifício AT&T de Philip Johnson da remodelação proposta pelo Snøhetta. Até Norman Foster se pronunciou, dizendo que embora nunca tenha sido um entusiasta do movimento pós-moderno, compreender sua importância na história da arquitetura. O pós-modernismo está retornando com todas as suas citações e o espalhafato que lhe são característicos.
Balkrishna Doshi tornou-se o primeiro arquiteto indiano a ser reconhecido com o Prêmio Pritzker, o mais prestigiado da nossa disciplina.
O arquiteto de 90 anos se destacou como um dos pioneiros no projeto de habitações socialis além de dar uma identidade única à arquitetura na Índia. Conheça parte do seu legado nestas 21 imagens que exemplificam a humanidade por trás de seu trabalho.
Na quarta-feira, o mundo conheceu o mais novo laureado do Prêmio Pritzker: Balkrishna Doshi, o primeiro arquiteto indiano a receber a maior honra da arquitetura. O júri afirmou que "com uma compreensão e apreciação das tradições profundas da arquitetura da Índia, Doshi uniu prefabricação e conhecimentos locais, desenvolvendo um vocabulário em harmonia com a história, cultura, tradições locais e os tempos de mudança de seu país de origem".
Enquanto os arquitetos na Índia estão alegres comemorando a escolha, Anupama Kundoo, professor da IE School of Architecture and Design, compartilhou seus pensamentos sobre o Prêmio Pritzker de Doshi. "É oportuno reconhecer uma compreensão holística do papel do arquiteto, onde o projeto do ambiente construído é visto como intervenções sensíveis que mantem a escala humana na paisagem construída pelo homem", afirmou Kundoo.
Quantas descobertas um passeio por São Paulo pode revelar? E se essa expedição tiver sabor de caça ao tesouro e for conduzida por um cachorro simpático e muito curioso? Inspirada no sucesso da trilogia Prédios de São Paulo, projeto idealizado por Matteo Gavazzi, vem aí o Prédios de São Paulo para Crianças. Com lançamento em julho de 2018, o livro infantil tem texto assinado pela jornalista Tatiana Engelbrecht e ilustrações de Daniel Almeida. A produção é da GAPS Editora.
https://www.archdaily.com.br/br/890332/predios-de-sao-paulo-para-criancas-um-livro-ludico-para-descobrir-as-belezas-da-arquitetura-paulistanaEquipe ArchDaily Brasil
A Accademia Adrianea di Architettura di Roma concedeu o Prêmio Piranesi 2018 ao arquiteto espanhol Alberto Campo Baeza por sua destacada carreira profissional relacionada ao Patrimônio Histórico.
O Prêmio Piranesi é um importante reconhecimento internacional, patrocinado pela Accademia Adrianea, a Ordine degli Architetti de Roma e a Casa dell'Architectura, que reconhece as qualidades do trabalho de um arquitecto e a sua aproximação ao clássico.
https://www.archdaily.com.br/br/890402/alberto-campo-baeza-recebe-o-premio-piranesi-de-roma-2018Javier García Librero
Esquerda, A sede da Architectural Association em Bedford Square, Londres. Fotografia por wikimedia user Jeremysm. Imagem de domínio público. Direita, Eva Franch i Gilabert. Foto por Stefan Ruiz
A AA School Community, composta por alunos, funcionários e membros do Conselho, elegeu Franch i Gilabert entre três candidatos pré selecionados através de uma votação. A arquiteta Espanhola foi eleita com 67% dos votos, a maior porcentagem recebida em uma eleição da AA desde 1990. Mais de 1.000 votos foram contabilizados.
A disparidade entre homens e mulheres em locais de trabalho tem sido motivo de preocupação dentro e fora do campo da arquitetura. Para aumentar a conscientização sobre a necessidade de igualdade salariam entre homens e mulheres, o governo britânico exigiu em 2017 que companhias do Reino Unido com mais de 250 funcionários publicassem relatórios anuais sobre as diferenças de remuneração entre os gêneros em seus escritórios.
Uma das maiores empresas de arquitetura do mundo, a Foster + Partners, com sede em Londres, divulgou seu relatório sobre questões de remuneração de gênero, tornando-se uma das primeiras empresas de arquitetura a fazer isso. O relatório revela que há pouca representatividade feminina em cargos superiores, resultando em uma diferença de remuneração em toda a empresa, e destaca o compromisso de incentivar a diversidade de gênero em todos os níveis da companhia.
https://www.archdaily.com.br/br/890399/mulheres-ganham-menos-no-escritorio-foster-plus-partnerNiall Patrick Walsh
No ArchDaily, queremos ver mais mulheres mostrando seus projetos ao mundo e recebendo o reconhecimento que merecem por seu trabalho. Hoje é celebrado o Dia Internacional da Mulher e, junto a nossas leitoras e leitores, queremos continuar dando visibilidade à valiosa contribuição que todos os dias milhares de companheiras de profissão oferecem ao campo da arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/br/890397/ajude-nos-a-descobrir-a-nova-geracao-de-mulheres-que-esta-redefinindo-a-arquitetura-mundialPola Mora
O Coletivo Arquitetas Invisíveis é uma ação que busca promover a igualdade de gênero dentro do âmbito da arquitetura e do urbanismo, por meio do reconhecimento e divulgação da vida e obra de arquitetas desprestigiadas pela história. Criado por estudantes da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília, a primeira iniciativa do grupo foi no sentido de ampliar o repertório dos estudantes e profissionais de arquitetura e urbanismo e, ao mesmo tempo, incitar a discussão sobre gênero no meio acadêmico e profissional. O Arquitetas Invisíveis foi oficialmente inaugurado dia 8 de março de 2014, em homenagem ao dia internacional da mulher, e usou o facebook para alcançar estudantes e profissionais de arquitetura do Brasil.
Deveríamos ter uma palavra específica para esse tipo de filme - um meio termo entre uma sequência e uma releitura - mas não existe, então teremos que chama-lo apenas de Blade Runner 2049. Talvez o filme seja mais sutil na forma como faz referência ao clássico precedente de 1982, o cult distópico dirigido por Ridley Scott, do que outras regravações recentes - Star Wars: The Force Awakens, por exemplo - mas ainda assim há uma série de insinuações bastante óbvias. Por exemplo, é fácil perceber reflexos dos personagens do Blade Runner original em 2049: o detetive particular Rick Deckard tranfigura-se aqui no estóico e desiludido "K"; a femme fatale Rachael se revela em Joi, uma personagem em forma de holograma que é algo entre um humano e uma máquina; o espírito do excêntrico Roy Batty, renasce em Luv, o fascínora; para não mencionar a horda de replicantes entre humanos e policiais suspeitos. Na verdade, o principal elemento que não foi substituído é o próprio cenário do filme, a cidade de Los Angeles. Entretanto, sua arquitetura é surpreendentemente abstrata em relação ao primeiro filme. Por isso, a nova versão de Blade Runner parece desprovida de uma atmosfera cívica, provavelmente concebida de forma intencional.
https://www.archdaily.com.br/br/890049/o-que-blade-runner-2049-pode-nos-dizer-sobre-o-futuro-das-cidadesColin Newton
Gonzalo Viramonte apresenta-nos uma série de fotografias que mostram uma especial atenção aos tijolos da Igreja de Atlántida do Cristo Obrero, no Uruguai, projetada pelo engenheiro Eladio Dieste em 1952.
O arquiteto e fotógrafo argentino nos mostra a essência desta obra, com um registro da genialidade com que o tijolo - e seu potencial - proporciona aos impressionantes espaços exteriores e interiores, com tramas e aberturas variáveis que permitem a entrada da luz natural.
Nesta carta, Theodore H.M. Prudon, presidente da Docomomo dos EUA, e John Arbuckle, presidente da Docomomo do Estado de Nova Iorque, ressaltam a importância deste edifício projetado em 1957 (e inaugurado em 1961) por Skidmore, Owings and Merrill, o qual é uma peça chave dentro da história da arquitetura moderna, exigindo que a Comissão inclua o edifício em sua pauta de preservação e conservação de edifícios históricos o mais rápido possível.
Hoje, B.V. Doshi foi nomeado vencedor do Prêmio Pritzker de 2018, o maior reconhecimento da profissão. Nos últimos 70 anos, a Doshi moldou o discurso da arquitetura e do projeto urbano, com uma influência particularmente forte em seu país natal, Índia, através de projetos que incluem residências particulares, escolas, bancos, teatros e conjuntos habitacionais de baixa renda. Aqui estão sete exemplos desse trabalho que exemplifica o respeito de Doshi pela cultura oriental e seu desejo de contribuir com seu país através de projetos autênticos que melhoram a qualidade de vida das pessoas.
Le Corbusier e Balkrishna Doshi. Cortesia de Balkrishna Doshi.
B.V. Doshi, um dos praticantes mais célebres da arquitetura indiana moderna, nasceu em Pune, na Índia, em 1927. Quase 90 anos depois, o júri do Prêmio Pritzker escolheu-o como o laureado de 2018. Conheça a história de Doshi - incluindo seu relacionamento íntimo com o lendário Le Corbusier - nesta lista de fatos interessantes.
https://www.archdaily.com.br/br/890265/quem-e-balkrishna-bv-doshi-12-coisas-para-saber-sobre-o-ganhador-do-pritzker-de-2018AD Editorial Team
O júri do Pritzkter deste ano escolheu o arquiteto indiano Balkrishna Doshi, conhecido como B.V. Doshi ou Doshi, como vencedor do Prêmio Pritzker 2018. Estudante e colaborador de Le Corbusier e Louis Kahn e em atividade há mais de 70 anos, a arquitetura poética de Doshi se baseia em influências das culturas orientais, resultando em uma obra que "tocou vidas de todas as classes socioeconômicas em um amplo espectro de programas desde a década de 1950 ", disse o júri. Doshi é o primeiro arquiteto indiano a receber a maior honra da arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/br/890146/balkrishna-doshi-vence-o-premio-pritzker-2018AD Editorial Team
Balkrishna Doshi, vencedor do Prêmio Pritzker 2018, apesar de ter uma produção extensa, é um nome pouco conhecido no mundo ocidental. Dirigido por Premjit Ramachandran, o documentário "Doshi" permite que o espectador se aproxime da visão deste importante arquiteto indiano através de seus pensamentos, conhecendo parte do seu conjunto de obras. O filme, em inglês, foi filmado num estilo franco de conversação, revelando um ser humano original e criativo que, mesmo com idade avançada, segue apaixonado tanto pela arquitetura, como pela vida e a aprendizagem.
O filme torna-se uma mesa redonda com Doshi, seus ex-alunos, seus contemporâneos e até mesmo membros de sua família, tudo dentro do contexto de sua arquitetura. A câmera segue seu protagonista através de espaços desenhados por ele, enquanto ele narra, relembra e explica seus processos de criação. Também revela como faz de sua filosofia parte intrínseca de sua própria vida.
https://www.archdaily.com.br/br/890125/doshi-conheca-o-pritzker-2018-em-um-documentario-de-8-capitulosAD Editorial Team
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) dá um passo importante para o fortalecimento das ações de preservação dos bens culturais materiais do país, contando para isso com a participação de toda a sociedade. Abrindo um canal direto com a população, desde o dia 1º de março está disponível no site da instituição a Consulta Pública sobre a Política de Patrimônio Material, que consolida princípios, premissas, objetivos, procedimentos e conceitos para a preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro de natureza material, que foram se formando e se modificando ao longo das décadas.
Uma exposição recente no The Metropolitan Museum, em Nova York, Michelangelo: Divine Draftsman & Designer, ofereceu um vislumbre da mente e dos métodos de um verdadeiro polímata. A exibição acabou de encerrar, então, ofereço aqui essa seleção de imagens. A fotografia foi incentivada e a intimidade da apresentação permitiu estabelecer algumas relações e ideias.
Estive estudando ou praticando arquitetura por 45 anos, e a exposição esclareceu como os arquitetos podem pensar sobre o que fazem. Provavelmente significou uma coisa para todos, sua beleza ressonante, mas eu vi as complexidades de uma vida criativa em meios de aplicação.
Atualmente em construção em Chongqing, na China, o Raffles City Chongqing, de Moshe Safdie, é uma extraordinária façanha da engenharia: um "arranha-céu horizontal" de 300 metros de comprimento apoiado sobre quatro torres de 250 metros de altura.O Raffles City Chongqing estabelece um novo recorde mundial como a "ponte" mais alta do mundo conectando as torres.
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Imagem da futura Regent Street. Imagem via Walkable London
Zaha Hadid Architects divulgou uma proposta de pedestrianização para sua cidade sede, Londres, que gradualmente transformaria a capital britânica em um sistema interconectado de ruas peatonais.
Intitulada Walkable London, a proposta de pesquisa identificou as artérias e áreas da cidade que mais se beneficiariam com a pedestrianização. A transformação seria implementada em três fases: avenidas primárias, avenidas secundárias e, finalmente, distritos inteiros. As notáveis avenidas sinalizadas para alteração incluem Upper Street, Oxford Street e Regent Street.