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Urbanismo: O mais recente de arquitetura e notícia

A Mobilidade que não depende do Transporte

Há algumas semanas tive a oportunidade de assistir a um curso lecionado por Carme Miralles, doutora em urbanismo e especializada em temas de Mobilidade, Transportes e Sustentabilidade vinculada a estes assuntos. Uma das particularidades dos estudos que ela tem realizado diz respeito à compreensão da mobilidade como transformador social e urbano, deixando de anteceder a figura dos meios de transporte como objetos de estudo, mas compreendendo a mobilidade a partir da soma dos deslocamentos que fazem autonomamente todos os indivíduos.

Quais são os pontos chaves da solução do problema do transporte das cidades, que não dependem dos modais de transporte?

A transformação da percepção de como lidar com a questão da mobilidade na cidade torna pertinente uma análise dos fatores que permitem, a partir do território urbano, responder às necessidades de uma cidade com deslocamentos cada vez maiores.

2° Seminário Internacional "Representar" Brasil 2013: as representações na arquitetura, urbanismo e design

O 2º Seminário Internacional Representar Brasil 2013: As Representações na Arquitetura, Urbanismo e Design, que acontece dos dias 7 a 9 de agosto, na FAU-USP, dá prosseguimento às reflexões promovidas no México, em 2010, com o 1º Seminário Internacional Representar 2010: Nuevos lenguajes e representaciones en las ciencias y artes para el diseño: 500 años de representaciones.

Participam da organização do evento, nesta segunda edição, cinco instituições de ensino superior (quatro brasileiras: USP, USJT, UPM, SENAC; e uma da República Argentina: FADU-UNL), que somaram esforços para dar continuidade à proposta de criação e consolidação de um campo internacional de estudos sobre um tema inerente e imprescindível à compreensão e à concepção da arquitetura, do urbanismo e do design: as representações.

Exposição “Urbanismo Feito à Mão”: De iniciativas comunitárias a modelos participativos

Com abertura marcada para a próxima quinta-feira, 08 de agosto, a exposição “Urbanismo feito à Mão”, inspirada no livro "Handmade Urbanism", examina o potencial transformador existente em iniciativas comunitárias e rascunha uma possível visão de cidade impactada por esses processos segundo referências compiladas em Mumbai, São Paulo, Istambul, Cidade do México e Cidade do Cabo, de 2007 a 2012 a partir da plataforma do Deutsche Bank Urban Age Award.

O objetivo da publicação é realizar uma reflexão sobre o potencial impacto de iniciativas pontuais, e sobre a construção de espaços coletivos através da participação de inúmeros atores. Em uma série de entrevistas nas cinco cidades, a publicação dá voz a diversos atores envolvidos em processos de desenho urbano apresentados – governo, iniciativas comunitárias, academia, artistas e produtores culturais, além de mediadores.  

Parasita ou Salvador? A nova torre de Ibelings van Tilburg

Este artigo foi publicado originalmente na uncube magazine como "Saviour or Parasite?"

O centro da cidade de Rotterdam é dominado pelo comércio. Apenas 5% dos habitantes da cidade vivem no centro ocupado por grandes lojas, restaurantes fast food e escritórios. Após o horário comercial, as ruas ficam desertas. O município gostaria de atrair mais moradores para o centro - mas o espaço para novos edifícios de habitação é escasso. Assim, nos últimos anos, um cinema dos anos 1960 e uma igreja tiveram que abrir caminho para um novo complexo habitacional projetado por Alsop Architects e uma torre residencial de Wiel Arets foi rapidamente ligada à loja de departamento projetada por Marcel Breuer, De Bijenkorf. Não era assim até que o município forçasse a construção de novos arranha-céus residenciais nas áreas verdes do complexo residencial Lijnbaanhoven, projetado em 1954 por Hugh Maaskant, quando houveram protestos e o projeto teve que ser cancelado.

Um projeto de densificação, no entanto, tentou não destruir ou degradar o edifício do pós-guerra que originalmente ocupa o terreno. Em muitos aspectos, o arranha-céu residencial Karel Doorman pode ser chamado de salvador da antiga loja de departamentos Ter Meulen. Pode ser um pouco incomum para um valente herói se agachar sobre os ombros de uma velhinha que se pretende resgatar - mas é isso mais ou menos o que acontece aqui.

Lançamento do livro “Cidades para Pessoas” no IAB-SP

Nesta quinta-feira, 22 de agosto, o Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento São Paulo (IAB-SP), juntamente com a Editora Perspectiva e a livraria Bookstore convidam todos os interessados a comparecer no lançamento do livro “Cidades para Pessoas” de Jan Gehl.

No evento estarão presentes Helle SØholt, Solvejg Reigstad e Sofie Kvist, da equipe de Gehl, para uma conversa com o público acerca do tema abordado no livro.

12 pontos para melhorar o ciclismo urbano em Curitiba

A prefeitura de Curitiba divulgou recentemente os detalhes de seu Plano Diretor Cicloviário. Foi confirmado o investimento de R$ 90 milhões para implantação de 300 km de novas vias para a circulação de bicicletas na capital paranaense até 2016, incluindo a criação da via preferencial para bicicletas na Avenida 7 de Setembro - uma das principais artérias do centro da cidade – e o projeto de uma microrrede cicloviária na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), que beneficiará os trabalhadores que usam a bicicleta como meio de transporte.

Competição Internacional Street Smart

A competição internacional Street Smart convida designers, arquitetos e planejadores urbanos a reimaginar e redesenhar as ruas das cidades tendo em vista as necessidades e especificidades dos usuários locais – a competição trata das cidades indianas – e não simplesmente seguir padrões globalizados.

Os profissionais participantes são convidados conceber projetos que possam, de fato, ser construídos para os habitantes das típicas cidades indianas, tendo em vista os modos como estes vivenciam seus ambientes urbanos.

Mecanismos para a tomada de decisões no planejamento das cidades

Nossas cidades crescem e se transformam no ritmo da população que abrigam. No caso particular da cidade de Buenos Aires, um dos principais desafios que deverá ser afrontado na próxima década está vinculado ao forte processo de segregação social e urbana que atravessa. O espaço público expressa, cada vez com maior ênfase, as desigualdades urbanas causadas pelas elevadas diferenças sociais, acentuando os contrastes e a distribuição assimétrica das oportunidades no território urbano.

Neste âmbito, o conjunto de grandes projetos que acabam de ser lançados (com uma inusitada agilidade) acaba por não fazer mais do que destacar um cenário especialmente direcionado a consagrar e contribuir com a segregação na cidade. A execução de mais habitações de luxo nas bordas de Puerto Madero, a criação de um polo audiovisual em plena zona portuária, a instalação de uma área de transferência de cargas no sudoeste da cidade e a transformação das ferrovias em torres e shoppings ajardinados exemplificam claramente esta dinâmica que se instala.

As cidades ecológicas de baixo carbono são possíveis? O exemplo de Tianjin

As estratégias de “baixo carbono”, “carbono neutro”, “baixas emissões” ou “crescimento verde” estão sendo usadas com maior frequência para a abordagem de soluções que permitem atenuar as mudanças climáticas. O que isto quer dizer? Serão apenas utopia?

Embora não haja um consenso internacional sobre a definição destes termos, todos procuram descrever estratégias de longo prazo que buscam um crescimento econômico climaticamente resiliente. Isto é, um desenvolvimento econômico que não produza emissões de carbono. Embora esta definição pareça contraditória, já que é exatamente nosso atual modelo de desenvolvimento econômico a causa das emissões que afetam o clima, há diversos exemplos que demonstram que é, sim, possível.

Primeiro Encontro de Desenho Urbano de Mogi das Cruzes - SP

O Primeiro Encontro de Desenho Urbano de Mogi das Cruzes acontece dias 11 e 12 de setembro e é promovido pelo programa e a revista Cidade Viva, com assessoria do urbanista Ciro Pirondi, diretor da Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, uma das parceiras do evento. A iniciativa é fruto de parceria com várias instituições, sociedade civil organizada, universidades, associações de bairro e cidadãos,e o objetivo do encontro é debater novos rumos da cidade, do ponto de vista arquitetônico, social e habitacional.

Questão dos direitos autorais na Arquitetura e Urbanismo é abordada pelo CAU/BR

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) deu início à elaboração de uma resolução que vai disciplinar a questão dos direitos autorais na Arquitetura e Urbanismo. A garantia ao autor sobre a “paternidade” da obra de criação, a alienação do direito autoral patrimonial, a repetição de uso de projeto ou serviço técnico e o plágio estão entre os temas principais a serem tratados nesta resolução.

Com este normativo, o CAU/BR cumprirá mais uma etapa na regulamentação da Lei nº 12.378, de 31 de dezembro de 2010, que estabelece que a execução de projeto ou qualquer trabalho técnico de criação de autoria de arquiteto e urbanista deve ser feita de acordo com as especificações do trabalho, salvo autorização em contrário do autor.

Palestra “A Country of Cities” no Studio-X Rio

Nesta quinta-feira, 19 de setembro, o Studio-X Rio recebe Vishaan Chakrabarti para uma palestra sobre seu livro “A Country of Cities”, que apresenta argumentos de que cidades bem desenhadas são a chave para resolver os grandes desafios dos Estados Unidos: degradação ambiental , consumo insustentável, estagnação econômica, aumento dos custos da saúde pública e diminuição a mobilidade social.

Intervir na dinâmica da cidade

Sobre o processo de transformação do território

A cidade de San Miguel é a sede do município homônimo, localizado a noroeste da Região Metropolitana de Buenos Aires. Conta com cerca de 300 mil habitantes, distribuídos de maneira díspar e aglomerada. A importância desta cidade se deve a seu papel histórico como sede regional e às propícias condições paisagísticas, ambientais e de acessibilidade.

Constitui uma centralidade metropolitana na coroa de cidades definidas pelo Rio Reconquista (San Fernando, Tigre, San Miguel, Moreno, Merlo). Na última década esta cidade viu modificada sua dinâmica; resultado de um fenômeno de verticalização que expulsou muitas famílias tradicionais de algumas regiões devido à pressão exercida sobre o valor da terra.

Por que sentimos que alguns bairros são mais seguros que outros?

A percepção de qualquer cidade ou bairro é determinada, em grande parte, por aspectos não quantificáveis, como a sensação de um local agradável, limpo e bem iluminado. Grande parte da nossa experiência nas cidades é subjetiva. Se as autoridades pudessem encontrar uma maneira de medir a percepção emocional - por exemplo, na sensação de insegurança  - que não fosse não apenas intuitiva, poderiam intervir melhor através de abordagens simples e mais diretas, fazendo com que a população de determinados bairros e cidades se sinta mais segura.

O The Atlantic Cities publicou recentemente um artigo sobre um projeto que está desenvolvendo um sistema para identificar e medir os fatores que fazem com que um lugar seja melhor percebido que outros.

Enrique Peñalosa em Florianópolis

O ciclo de altos estudos Fronteiras do Pensamento Santa Catarina convida o economista e ex-prefeito de Bogotá Enrique Peñalosa, o físico Marcelo Gleiser e o psicanalista Contardo Calligaris para debater dilemas da contemporaneidade. A terceira edição do projeto em Florianópolis, que ocorre de 7 a 9 de outubro no auditório da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), abordará as temáticas de mobilidade urbana, origens do universo e dos seres, além do comportamento humano na visão da psicanálise.

26 pequenas atitudes para fazer grandes lugares

O recente livro “Hot to Design our World for Happiness”, editado por Jay Walljasper e uma equipe e OntheCommons, nos mostra algumas dicas de como transformar nossas cidades e comunidades em lugares melhores para se viver. A seguir uma lista com alguns conselhos (básicos, e mesmo assim nem sempre compridos) publicados no livro mencionado.

Utopias para uma urbanidade alternativa

A cidade é um fascinante catálogo no qual se lêa memória coletiva, sua identidade e sua cultura. No caso da cidade de Buenos Aires, Argentina, percebe-se claramente a década de 1970, com testemunhos ainda vivos entre nós. Tal é o caso dos grandes conjuntos habitacionais, que em suas paredes, ruas e edifícios ainda vê-se lampejos de grandeza, após um pessimismo inefável conotado pela ausência de fronteiras entre o público e o privado e pela irremediável sensação de que tudo é admissível na cidade.

Nos tempos do prefeito Osvaldo Cacciatore, foram várias as circunstâncias que confluíram para levar a ascensão da construção de habitações coletivas. No princípio, em 1976, foi implantado o "Plano de Erradicação de Favelas", envolvendo a expulsão de seus habitantes fora dos limites da cidade, às suas províncias de origem, ou no caso de imigrantes estrangeiros, a seus países.

Projeto Urbano A8erna: ativar o “terrain vague”

Arquitetos: NL Architects
Localização: Koogaan de Zaan, Zaanstad, Holanda
Data de Execução: 2003 – 2006
Área: 22.500m² de espaço público, 1.500m² de comércio
Orçamento: 2.100.000 de Euros

“Terrain vague” é uma expressão francesa inventada pelo catalão Ignasi de Solà-Morales, acadêmico em urbanismo, para se referir aos lugares abandonados, obsoletos ou degradados. Estes costumam surgir em torno de áreas industriais que não têm um limite fixo. No entanto, a definição não diz respeito somente a terrenos baldios e abandonados, mas em geral, qualquer área vazia, com um potencial para revitalização, como linhas ferroviárias abandonadas, fábricas em desuso, bordas de rios, infraestruturas obsoletas, para citar algumas. Sem dúvida, ‘terrain vague” refere-se a alguns fenômenos que ocorrem frequentemente em cidades pequenas especializadas ou grandes metrópoles que crescem e sofrem mudanças constantes. Claro, essas questões são crescentes nos dias de hoje.

Mas como revitalizar ou adaptar estas zonas urbanas que, geralmente constituem uma área improdutiva e segregada territorialmente? No caso deste artigo, responde-se com um exemplo pontual e simples que expõe algumas oportunidades que temos: o projeto A8erna.

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